Ressaca com Goleada no Maraca: Ancelotti Roda a Roleta, Garotada Dá Show e o Hexa Nunca Esteve Tão Perto (Ou Quase)!
Depois do pagode da Ivete Sangalo, o Brasil enfia 6 a 2 no Panamá com golaço de Rayan, caneta de Igor Thiago e duas seleções diferentes em campo; Carlos André solta o verbo direto das arquibancadas.
Carlos André Mamedes da Silva, CEO e editor-chefe, direto do Maracanã, Rio de Janeiro.
Data de Publicação: 31/05/2026 às 22:15.
Coluna HDN Esportes >>> Brasil goleia Panamá por 6 a 2 em último amistoso no Maracanã.
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| Jogadores da Seleção Brasileira a comemorar o gol de Igor Thiago no amistoso contra a Seleção do Panamá |
Puxa a cadeira, garçom, e traz aquela gelada porque a resenha hoje vai ser longa! Que tarde e que noite nós vivemos aqui no Maracanã, meus amigos. Depois de cantar muito axé com a Ivete Sangalo e ver o Ronaldinho Gaúcho brilhando no pandeiro, mais de 72 mil loucos viram a Seleção Brasileira fazer o seu último papel em solo sagrado antes de embarcar para a América do Norte. E olha, o placar de 6 a 2 contra o Panamá enche os olhos de quem só vê o resultado no jornal do dia seguinte, mas quem estava aqui comigo na arquibancada sabe: o primeiro tempo deu aquela famosa pontada de preocupação no fígado do torcedor.
O carismático "Don" Carlo Ancelotti resolveu brincar de cientista e usou nada menos que 21 dos 23 jogadores que tinha no banco. Tivemos, literalmente, um Brasil no primeiro tempo e outro completamente diferente no segundo. No fim das contas, a garotada resolveu jogar bola, a essência do futebol de rua apareceu e o Panamá — que já tinha vindo meio capengo sem o moleque do Botafogo — acabou virando saco de pancadas.
Primeiro Tempo: Ritmo de Amistoso e o Susto do Desvio
Se você chegou um pouquinho atrasado porque estava na fila do pastel, perdeu o começo avassalador. Logo aos dois minutos, Vini Jr mostrou por que é o dono do time. Arrancou, bagunçou a marcação e abriu o placar: 1 a 0 e a torcida já achava que vinha um chocolate histórico ainda antes do jantar.
Só que o Brasil resolveu puxar o freio de mão e jogar com aquela preguiça típica de quem está com medo de se machucar antes de viajar. Aos 13 minutos, veio o balde de água fria. O panamenho Murillo bateu uma falta, a bola desviou na coxa do Matheus Cunha (que hoje parecia estar jogando de calça jeans molhada) e enganou completamente o Alisson. Tudo igual e um silêncio constrangedor no Maraca. O Panamá gostou do jogo, começou a tocar bola e o nosso meio-campo com Bruno Guimarães estava mais aberto que a Avenida Brasil em dia de feriado.
Quem salvou a pátria antes do intervalo foi ele, o malvado favorito. Aos 38 minutos, Vini Jr fez mais uma jogada de cinema e cruzou na cabeça do veterano Casemiro, que testou para o fundo da rede. O bandeira tentou estragar a festa marcando um impedimento mandrake, mas o VAR operou a justiça e confirmou o gol. Ufa! Fomos para o vestiário com 2 a 1 e aquela sensação de ressaca.
Segundo Tempo: O Laboratório do "Don" Carlo e o Show dos Garotos
Se na primeira etapa o time parecia cansado, no segundo tempo Ancelotti promoveu um verdadeiro "bota fora" e mudou DEZ jogadores de uma vez só. E não é que a molecada entrou com sangue nos olhos?
O nome da noite atende por Rayan. O garoto entrou no lugar do Luiz Henrique e, aos sete minutos, aproveitou uma pixotada feia do goleiro Mosquera. Ele dominou na quina da grande área e achou um chute colocado, com curva, lá onde a coruja dorme. Um golaço de levantar o Maracanã!
Depois disso, o Panamá virou passageiro da agonia. Lucas Paquetá deixou o dele, e aí veio o lance mais bonito do jogo. O atacante Igor Thiago, do Brentford, recebeu na ponta, olhou para o zagueiro panamenho e meteu uma caneta espetacular, daquelas de mandar o defensor direto para o crediário. Na sequência ele foi derrubado. Pênalti! O próprio Igor Thiago bateu com a frieza de um pontual lorde inglês para fazer o quinto. O Panamá ainda achou um gol com Harvey de honra, mas no apagar das luzes, Danilo Santos pegou uma sobra para fechar o caixão: 6 a 2.
O Caderno de Notas do Carlos André
Como a gente está aqui no bate-papo, vamos dar nome aos bois e distribuir as notas desse amistoso maluco:
Quem Deu Aula 🏅
- Vini Jr (Nota 8.5): Jogou só 45 minutos, mas fez o gol, deu assistência e infernizou. É o dono do rancho.
- Rayan (Nota 8.5): Entrou leve, meteu o gol mais bonito da noite e pediu passagem para ganhar minutos na Copa.
- Igor Thiago (Nota 8.0): Só pela caneta humilhante que resultou no pênalti, já merecia um prêmio da FIFA. Bateu a penalidade com muita categoria.
Quem Ficou Devendo 📉
- Matheus Cunha (Nota 4.5): Atuação bem apagada, pesada e ainda teve o azar de desviar a bola no gol do Panamá. Precisa ligar o turbo.
- Bruno Guimarães (Nota 5.0): Errou mais passes do que o costume e deixou a cabeça da área exposta no primeiro tempo. O ritmo de amistoso pesou para ele.
Próxima Parada: O Mundo!
A mala está pronta, o passaporte está carimbado e a goleada serviu para dar aquele banho de otimismo. Carlo Ancelotti testou todo mundo, viu quem tem casca para aguentar o rojão e agora a delegação pega o avião direto para os Estados Unidos.
A Copa do Mundo de 2026 está logo ali, batendo na porta. Se o Brasil jogar com a moleza do primeiro tempo, a gente vai passar raiva. Mas se jogar com a alegria, o drible e o faro de gol da etapa final, meus amigos... o hexa deixa de ser sonho e vira realidade palpável.
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Garçom, traz a saideira que a Seleção está voando! Até a próxima, galera!

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