Avenged Sevenfold encerra o Palco Mundo em apoteose do metal; fãs analisam o setlist que mistura clássicos e experimentações

Em sua segunda passagem pelo Brasil em 2026, a banda norte-americana assume o posto de headliner neste sábado (5); conversamos com a multidão que aguarda a chegada do grupo.

Henry Freitas | Repórter Cultural | Direto da Cidade do Rock | Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ
Publicação: Dia 05 de Setembro de 2026 às 23:55.
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Avenged Sevenfold é o headliner do Palco Mundo no segundo dia de Rock in Rio - Divulgação/ Avenged Sevenfold

A grande expectativa para o encerramento do Palco Mundo neste sábado (5) atinge seu ápice na Cidade do Rock. Como grande atração principal da noite, o Avenged Sevenfold retorna ao Brasil pela segunda vez em 2026 — após ter realizado dois shows aclamados pelo país em janeiro — com a missão de liderar uma verdadeira celebração do heavy metal moderno.

O grupo liderado por M. Shadows traz para o Rio de Janeiro um repertório cuidadosamente equilibrado entre os grandes hinos da carreira e a sonoridade técnica e progressiva apresentada em seus trabalhos mais recentes. A provável abertura com Nightmare já promete incendiar a plateia e ditar a intensidade de um show construído para grandes arenas.

Do peso de Bat Country ao ápice de Cosmic: A opinião de quem veio ver o headliner

Pelas alamedas da Cidade do Rock, fãs vestidos de preto com estampas do mítico Deathbat compartilharam suas expectativas e opiniões sobre o alinhamento das faixas escolhidas para a grande noite.

  • A força das faixas de peso: A presença de clássicos como Hail to the King, Shepherd of Fire e Bat Country é vista como o tiro certeiro da apresentação. "Quando eles tocarem Bat Country e Unholy Confessions, a pista inteira vai virar uma roda só. A banda sabe como dominar o Rock in Rio, e esse começo com Nightmare já vai virar o jogo", afirma o engenheiro paulista Gabriel Vasconcelos, de 28 anos.

  • O resgate de relíquias: A inclusão de M.I.A. e Seize the Day pegou muitos fãs de surpresa e foi comemorada pelos seguidores de longa data. "Ver M.I.A. ao vivo em pleno festival é um presente pra quem acompanha desde os primeiros álbuns. Mostra que eles respeitam a história da banda e o público brasileiro, que sempre canta cada verso com a alma", comemora a estudante carioca Larissa Menezes, de 23 anos.

  • Aposta no encerramento conceitual: A escolha de Cosmic para fechar o show tem gerado debates interessantes na pista. "Muita gente espera Little Piece of Heaven no final, mas fechar com Cosmic é uma escolha grandiosa e quase poética. É uma música com uma construção épica que vai deixar todo mundo hipnotizado no encerramento da noite", opina o designer mineiro Felipe Andrade, de 31 anos.

Estrutura do Show

Abaixo, a projeção do alinhamento musical previsto para o encerramento do Palco Mundo:

Blocos do SetlistFaixas Esperadas
Abertura e ImpactoNightmare, Magic, Afterlife, Shepherd of Fire
Pico Emocional e ClássicosBuried Alive, Seize the Day, Hail to the King
Eixo Técnico e PesadoNobody, M.I.A., Bat Country, Unholy Confessions
Encerramento ÉpicoCosmic
Combinando virtuosismo nas guitarras, vocais marcantes e uma das cenografias mais imponentes do rock mundial, o Avenged Sevenfold se prepara para entregar uma performance memorável, reafirmando seu status de gigante do metal internacional.

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