Courtois quebra, reserva aceita e a Espanha vai pegar a França na semifinal (com uma ajudinha belga, claro)

Bélgica até tentou flertar com a sorte, mas falha bizarra de goleiro do United carimba a vaga de La Roja em Los Angeles.

Juliana Russo e Vinícius de Freitas, repórteres esportivos, direto do SoFi Stadium, Los Angeles.
Data de Publicação: sexta-feira, 10 de julho de 2026 às 22:00.
Coluna HDN Esportes >>> Conexão North American 2026 >>> Espanha 2 x 1 Bélgica.
Charles de Ketelaere, da Bélgica, comemorando o gol diante da Espanha, em duelo das quartas da Copa do Mundo. 

Fala, galera! Se você achou que o SoFi Stadium só veria show de popstar em Los Angeles, errou feio. O espetáculo de hoje teve de tudo: golaço, lesão de herói e, claro, aquela entregada digna de pelada de fim de ano que a gente tanto ama. Nós, Juliana Russo e Vinícius de Freitas (sim, o casal mais sintonizado dessa cobertura, dividindo o mesmo lanche caríssimo da imprensa), assistimos de camarote a Espanha despachar a Bélgica por 2 a 1.

A verdade é que os "Diabos Vermelhos" pareciam mais anjinhos assustados no começo. No final, sobrou para o goleiro reserva a ingrata missão de dar um presente de Natal antecipado para os espanhóis. Agora, meu amigo, o papo é sério: os caras vão pegar a França na semifinal. Haja coração (e futebol) para aguentar o Mbappé inspirado.

Courtois operava milagres, mas a zaga belga...

O jogo começou naquele ritmo morno, com a Espanha tocando bola como se estivesse no quintal de casa. O garoto Lamine Yamal — que joga com a facilidade de quem está na fita do videogame — resolveu arriscar aos 21, mas mandou para fora. Só que depois daquela paradinha estratégica para tomar uma água e fingir que o calor de LA estava de brincadeira, a Espanha resolveu jogar.

Aos 28, Dani Olmo soltou a pancada, o gigante Thibaut Courtois espalmou como pôde (porque a zaga belga resolveu tirar um cochilo), e Fabián Ruiz só teve o trabalho de empurrar para o fundo da rede. Espanha 1 a 0 e o SoFi Stadium virou uma filial de Madrid.

Yamal continuou infernizando a vida dos caras, cobrou falta, entortou a marcação pela direita, mas quem não faz... toma, né? Aos 41 minutos, na única jogada decente da Bélgica no primeiro tempo, Castagne cruzou na medida e Charles De Ketelaere — que está com o faro de gol mais afiado que o normal nesta Copa — testou firme para empatar. Um balde de água fria nos espanhóis antes do intervalo.

O drama de Courtois e o "frango" que decidiu a colônia

No segundo tempo, a Bélgica até ameaçou com De Cuyper, que isolou uma bola cara a cara com o gol. A Espanha respondeu com Oyarzabal, mas parou em quem? Nele, Courtois. O homem parecia uma parede. Só que o destino é irônico. Aos 26 minutos, o goleirão sentiu a coxa e teve que sair de maca. Azar dos belgas, sorte do Manchester United, que viu seu reserva Senne Lammens entrar na fogueira.

E que fogueira, meus amigos! Lammens mal tinha limpado a luva quando o zagueiro espanhol Pau Cubarsí resolveu arriscar um chute de longe — daqueles que a gente chuta mais por desespero do que por tática. O goleirão belga, completamente na Disney, foi tentar segurar, bateu roupa e soltou nos pés de Mikel Merino. O meia espanhol agradeceu a gentileza, mandou para o gol vazio e correu para o abraço. 2 a 1.

A Bélgica ainda tentou pressionar no desespero, mas com o psicológico destruído depois dessa entregada, ficou fácil para a La Roja cozinhar o jogo até o apito final.

O que vem por aí?

Com o resultado, a Bélgica repete o fantasma de 2014 e faz as malas de volta para Bruxelas nas quartas de final. Geração de ouro? Ficou no passado faz tempo.

Já a Espanha de Luis de la Fuente arruma as malas e viaja para Dallas. Na próxima terça-feira (14), às 16h (de Brasília), o bicho vai pegar no AT&T Stadium contra a França. Quem vai levar a melhor nessa batalha de gigantes? Façam suas apostas, porque nós já estamos comprando as passagens para o Texas!

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