O Furacão Harry Kane Salva a Monarquia do Vexame do Século: Inglaterra Quase Pipoca, mas Kane Janta Pelé em tarde de Atlanta!
Inventores do futebol flertam com o desastre contra os valentes congoleses, Tuchel se desespera, mas o camisa 9 decide que "It's Coming Home" (pelo menos até domingo) com direito a quebra de recorde do Rei do Futebol!
Juliana Russo e Milena Gonçalves, repórteres internacionais do HDN, direto do Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta.
Data de Publicação: 01º de julho de 2026 às 23:55.
Coluna HDN Esportes >>> Conexão North American 2026 >>> Inglaterra 2 x 1 RD Congo.
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| Lionel Mpasi, goleiro do RD Congo, eliminado pela Inglaterra, nesta quarta-feira (01º) |
Se você, caro leitor do Portal Hora da Notícia, achava que a maior tragédia britânica da semana foi a temperatura da cerveja no pub, é porque não viu o English Team entrar em campo nesta quarta-feira (1º). O Mercedes-Benz Stadium foi palco de um espetáculo que beirou o sadismo futebolístico, onde a Inglaterra, sob o olhar horrorizado (e meticuloso) das nossas repórteres Juliana Russo e Milena Gonçalves, quase, quase conseguiu a proeza de ser eliminada pela República Democrática do Congo. No final, os inventores do futebol (e dos maiores vexames em Copas) venceram por 2 a 1, de virada, nos acréscimos, provando que o "Furacão" Harry Kane é o único que trabalha naquele time. O camisa 9 não só manteve o emprego de Thomas Tuchel (por enquanto), como também resolveu jantar estatísticas: superou ninguém menos que o Rei Pelé em gols em Copas. É o tipo de recorde que você quebra quando seu time se recusa a ganhar sem sofrer. Com o triunfo saído diretamente do roteiro de um filme de terror, a Inglaterra agora carimba o passaporte para o inferno: o Estádio Azteca, onde enfrentará o anfitrião México no próximo domingo (5), às 21h. E, claro, a torcida brasileira já está com o secador ligado e a caipirinha na mão, pois os ingleses estão exatamente no caminho de uma eventual quarta de final. Que fase!
Primeiro Tempo: O Chá Amargo do Congo e a Muralha de Mpasi
A partida começou com a Inglaterra tentando colocar ordem na casa com seu tradicional jogo de posse de bola e paciência irritante. A zaga da RD Congo parecia um tanto assustada com a altitude (ou com a fama alheia), dando a impressão de que o primeiro gol britânico era questão de tempo. Mas favoritismo em mata-mata de Copa do Mundo é como promessa de político: não dá para confiar.
Um pouco antes dos 10 minutos, o Mercedes-Benz Stadium parou. Em um contragolpe de dar inveja em qualquer time de ponta, a RD Congo trocou passes rápidos, a bola viajou da direita para a esquerda e caiu nos pés de Cipenga — que Tuchel e sua comissão técnica provavelmente nem sabiam quem era, já que entrou de última hora no lugar do astro Bakambu. Cipenga, que não tem nada a ver com a crise alheia, dominou tirando o marcador (que parecia estar pedindo um chá) e soltou um foguete rasante no canto. O goleiro Jordan Pickford, famoso por suas reações dramáticas, até se jogou, mas só serviu para a foto. Um gol de almanaque! Na comemoração, Cipenga mandou punhos para o alto e um giro no ar, como quem diz: "Olha eu aqui!".
A partir do gol sofrido, a Inglaterra entrou em um estado de "pane tática gourmet". Os passes viraram toques laterais sem sentido e o nervosismo tomou conta. Quando os ingleses finalmente decidiram pressionar e tentar evitar o vexame histórico, encontraram um paredão chamado Lionel Mpasi. O goleiro congolês operou milagres que fariam o Papa duvidar da sua própria fé. Teve até bola salva em cima da linha pelo zagueiro Wan-Bissaka após um chute de Marcus Rashford, que Tuchel provavelmente mandaria para a Arábia Saudita no intervalo. Antes do fim do primeiro tempo, os africanos ainda flertaram com o segundo gol em um contragolpe desperdiçado por Yoane Wissa, que se despede da Copa com a melhor campanha da história do seu país e o título de artilheiro moral do torneio.
Segundo Tempo: As Cartadas Desesperadas de Tuchel e o Despertar do Androide Humano
Na etapa final, a Inglaterra voltou dos vestiários com o semblante de quem sabe que vai ser cobrado pela rainha. Thomas Tuchel, percebendo que sua tática estava mais engessada que a monarquia, promoveu uma verdadeira revolução vinda do banco, mandando a campo Bukayo Saka, Anthony Gordon e Eberechi Eze. O plano tático? Abrir mão de qualquer tipo de inteligência futebolística e apelar para a velha e boa chuva de cruzamentos na área.
A RD Congo, que já corria mais que atleta olímpico, recuou as linhas, montou uma linha de cinco defensores e começou a rebater as bolas como se estivesse jogando vôlei. Mas a resistência africana começou a ruir fisicamente. Quando você tem um centroavante de classe mundial, a tática se resume a: "Joga nele e reza".
E aos 75 minutos, a esperança inglesa finalmente resolveu aparecer. Após mais um cruzamento (o centésimo da noite), Harry Kane usou toda a sua experiência (e o fato de que a zaga já estava morta de cansaço) para se desvencilhar e cabecear firme, para o chão, vencendo o até então intransponível Mpasi. O 1 a 1 desestabilizou completamente a RD Congo, que passou a chutar a bola para cima como se quisesse acertar a lua.
Nos últimos minutos, quando o Mercedes-Benz Stadium já se preparava para uma prorrogação insana e a torcida inglesa já procurava onde comprar passagem de volta para Londres, o "Furacão" atacou novamente. Kane ganhou o duelo físico contra a defesa cansada, girou o corpo na entrada da área (com uma facilidade que beira o desrespeito) e soltou uma bomba no ângulo superior. Uma finalização de camisa 9, que deixou o goleiro Mpasi completamente sem reação. De virada e no puro suco do sofrimento, a Inglaterra estava classificada.
Além de salvar a Inglaterra de voltar para casa com o título de "Maior Vexame da Copa", os dois gols transformaram Harry Kane em uma lenda estatística definitiva das Copas do Mundo. O camisa 9 inglês chegou à impressionante marca de 13 gols em Mundiais, ultrapassando ninguém menos que o nosso eterno Rei Pelé, que balançou as redes 12 vezes na história do torneio. Agora, o centroavante britânico entra no top 5 histórico e mira os 16 gols do alemão Miroslav Klose. Quem diria que o maior artilheiro da história da Copa não tem nenhum título coletivo para mostrar?
Próxima Parada: O Caldeirão do Azteca (e os Secadores Brasileiros)
O problema é que a próxima parada da Inglaterra não vai ter nada de amistosa ou confortável. No domingo, eles entram no místico Estádio Azteca para encarar um México completamente alucinante, embalado por uma torcida fanática de quase 100 mil pessoas e com um detalhe tático crucial: os donos da casa ainda não sofreram um único gol sequer nesta Copa do Mundo de 2026.
Será o duelo do ataque avassalador de Kane contra a defesa de aço montada por "Vasco" Aguirre. Se os ingleses sobreviverem ao caldeirão mexicano, eles cruzam o caminho da Seleção Brasileira nas quartas de final, desde que o Brasil passe pela Noruega de Erling Haaland (outro jogo que promete testar o coração do torcedor). O mata-mata está pegando fogo e a contagem regressiva para o próximo teste de marcapasso já começou! Fiquem ligados no Portal Hora da Notícia!

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