OS CARAS SÃO CHATOS! Mbappé liga o modo "fominha", Barcola entra de penetra e França castiga o valente Senegal na estreia
Sob o brilho do MetLife Stadium, os "Bleus" jogam com o regulamento debaixo do braço, flertam com o perigo, mas mostram por que o futebol às vezes é uma tremenda injustiça com quem joga bonito.
Felipe Barreto, Paulo Henrique Gomes, Lucas Gabriel Rocha e Daniel Vicente dos Santos, enviados especiais, direto do MetLife Stadium, em New Jersey.
Data de Publicação: 16 de junho de 2026 às 22:25.
Coluna HDN Esportes >>> Conexão North American >>> Dia dos Craques: França 3 x 1 Senegal.
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| França enfrenta dificuldades, mas confirma favoritismo e vence o Senegal por 3 a 1 em estreia na Copa do Mundo. |
Puxa a cadeira, pede a saideira e senta que lá vem história. E ó, para dar conta desse jogão, o Portal Hora da Notícia mandou uma equipe especial para Nova Jersey que gastou a sola do sapato, quase perdeu a voz nas tribunas e dividiu o fone de ouvido para não perder nenhum detalhe da resenha. Sabe aquele seu amigo que passa o churrasco inteiro reclamando do carvão, não faz nada a tarde toda, mas no finalzinho pega a última picanha e sai rindo? Prazer, essa foi a França na noite desta terça-feira. Os caras venceram o Senegal por 3 a 1 na estreia da Copa de 2026, mas, olha... o placar mente mais que o "estou chegando" daquele seu parça que ainda está saindo do banho.
Nossa equipe colou no vidro do MetLife Stadium para acompanhar o drama: no primeiro tempo, o Senegal colocou os franceses na roda. A posse de bola era da França, claro — aquela coisa burocrática, tocando de lado como quem não quer nada —, mas quem assustou de verdade foram os leões africanos. Aos 25 minutos, Nicolas Jackson ligou o turbo no contra-ataque, invadiu a área e mandou um balaço na trave do Maignan. Ali, o coração dos "Bleus" foi na boca. Se entra, o papo hoje era outro.
E o Sadio Mané? Velho conhecido, infernizou a defesa junto com o Sarr. O Maignan teve que trabalhar dobrado enquanto Mbappé e Dembélé pareciam duas almas penadas, completamente perdidos na marcação senegalesa. A França terminou os primeiros 45 minutos sem acertar uma bola no gol. Uma vergonha para quem banca o favorito.
O "Fominha" resolveu jogar e o intruso carimbou a faixa
Mas, como no futebol quem não faz, toma (e a gente sabe bem disso), o segundo tempo mudou de figura. O Olise resolveu acordar, começou a achar os espaços e o homem da máscara decidiu que era hora de trabalhar.
Aos 15, o Mbappé já estava naquele modo "chorão", pedindo pênalti após um chega para lá do Mané. O árbitro Alireza Faghani foi até o VAR, olhou, reolhou e disse: "Segue o jogo, que aqui não é o quintal da sua casa". Nossa bancada de jornalistas no estádio quase invadiu o campo para debater o lance, porque a polêmica foi grande!
Só que o camisa 10 é diferenciado, não dá para negar. Ele abriu o placar e, quando Senegal tentava empatar na base do abafa, o técnico francês resolveu mexer no cansaço. Tirou o sumido do Dembélé e colocou o tal do Bradley Barcola. O moleque entrou aos 35. Aos 38, o Rabiot achou ele livre na área. O que o Barcola fez? Uma pintura. Tocou por cobertura na saída do Mendy. Três minutos em campo e o cara faz isso. É de irritar qualquer um.
"A França joga um futebol que dá sono por 60 minutos, mas tem tanta estrela que resolve o jogo num piscar de olhos. É o puro suco do pragmatismo europeu."
Teve drama no final? Teve, mas durou pouco
Para dar uma emoção ao jogo, o Senegal ainda achou um gol aos 49 minutos. Ibrahim Mbaye fez uma jogadaça, deixou o badalado Theo Hernández de bunda no chão e soltou uma bomba. Gol do Senegal! A torcida no MetLife Stadium pegou fogo, parecia que a reação histórica vinha ali.
Aí você pensa: "Pô, agora o Senegal vai buscar o empate no último minuto".
Só que o Mbappé é um estraga-prazeres profissional. Aos 51 minutos, com o Senegal todo caprichado no ataque, o camisa 10 recebeu na intermediária, ajeitou e mandou um foguete de fora da área, no ângulo. Sem chances para o Mendy. Acabou a graça. 3 a 1 com direito a Mbappé se isolando ainda mais na história das Copas.
Por trás dos microfones: Por que essa convocação do Hora da Notícia?
Se a França tem o seu quarteto estelar, o Portal Hora da Notícia também escalou seus "camisas 10" para essa cobertura nos Estados Unidos. A escolha dessa equipe não foi por acaso; foi montada a dedo para trazer o clima real do torcedor para a matéria:
- Felipe Barreto: O homem da tática, que percebeu o nó cego que o Senegal deu na França no primeiro tempo enquanto o resto do estádio só olhava a bola.
- Paulo Henrique Gomes: Responsável por trazer a corneta fina e notar que o brio francês só apareceu quando o cansaço bateu nos africanos.
- Lucas Gabriel Rocha: O dono da estatística e do faro de gol, que já estava calculando os recordes do Mbappé antes mesmo de a bola entrar no ângulo.
- Daniel Vicente dos Santos: O poeta da resenha, que garantiu que a nossa transmissão direto de Nova Jersey tivesse aquele sabor de conversa de calçada.
Juntos, os quatro transformaram a cabine de imprensa do MetLife em um verdadeiro balcão de boteco, provando que dá para falar de Copa do Mundo com seriedade, mas sem perder a piada e o clubismo saudável.
Como fica a mesa do bar (e o Grupo I)?
Com esse resultado aí, a França já larga com três pontos no Grupo I e confirma aquele favoritismo chato que todo mundo já esperava. Já o Senegal, que jogou bola de gente grande e merecia pelo menos um pontinho para comemorar com uma cerveja gelada, sai de campo de mãos vazias.
Futebol é bola na rede, meus amigos. A França não encantou, mas tem o Mbappé. E contra isso, fica difícil discutir. Garçom, traz mais uma que a equipe do Hora da Notícia tá com a garganta seca e essa Copa só está começando!

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