O E.T. É IMPARÁVEL! Messi joga de terno em seu jogo 200, destrói a Argélia e senta no trono dos deuses da Copa!

Com direito a hat-trick histórico em Kansas City, o camisa 10 argentino alcança Klose no topo do mundo, deixa Pelé e Ronaldo para trás e manda aquele "chupa" de leve para o Cristiano Ronaldo.

Rodrigo Santana, Luís Rafael Dutra, João Pedro Xavier e Salles e Henrique Martins, enviados especiais, direto do Arrowhead Stadium, Kansas City.
Data de Publicação: 17 de junho de 2026 às 01:30
Coluna HDN Esportes >>> Conexão North American 2026 >>> DIA DOS CRAQUES: Argentina 3 x 0 Argélia.
Lionel Messi faz história ao fazer um hat-trick histórico e superar Pelé e Ronaldo.

Rapaziada, fechem o comércio, peguem o balde de gelo e se preparem, porque o que nós presenciamos nesta noite de terça-feira não foi um jogo de futebol. Foi um evento histórico, daqueles de contar para os netos no futuro. O nosso quarteto do Portal Hora da Notícia se espalhou pelas tribunas do Arrowhead Stadium e a conclusão é uma só: Lionel Messi não é deste planeta. O cara escolheu logo a sua partida de número 200 com a camisa da Argentina para meter três gols na Argélia, enfiar um 3 a 0 categórico na estreia da Copa de 2026 e se tornar o maior artilheiro da história dos Mundiais ao lado do alemão Klose, com 16 gols.

O clima no bar — e no estádio — era de pura eletricidade. O jogo começou num ritmo tão frenético que com dois minutos o Messi já tinha guardado um após passe do Lautaro, mas a arbitragem pegou impedimento. Na sequência, a Argélia respondeu com Chaïbi também fazendo gol impedido. Parecia que o jogo ia ser aquele drama que a gente adora cornetar, mas aí o E.T. resolveu jogar.

Aos 16 minutos, Rodrigo de Paul achou o homem na entrada da área. Messi deu aquele giro clássico que deixa o zagueiro procurando o rumo de casa e bateu no canto. O goleirão Luca Zidane (filho de peixe, mas que hoje parecia um bagre) aceitou. Bola na rede, 1 a 0 e o gol de número 15 em Copas, deixando Pelé e o Mbappé comendo poeira.

Choro argelino, "apito amigo" e o frango do Zidane Júnior

Aí começou o chororô dos caras. O Messi deu uma chegada mais firme no Mandi e os argelinos faltaram morrer em campo pedindo cartão vermelho. O árbitro Szymon Marciniak, que não é bobo nem nada, fingiu que não era com ele, o VAR nem piscou e o jogo seguiu. Amigo, expulsar o Messi no jogo 200 dele? Só na cabeça deles!

A Argélia até tentou gostar do jogo, subiu a marcação e fez o Dibu Martínez trabalhar em dois chutes do perigoso Chaïbi. Mas aquela reação deles era mais falsa que promessa de político em ano de eleição.

No segundo tempo, a Argentina voltou para liquidar a fatura. Aos 21, Mac Allister soltou uma pancada, o Luca Zidane bateu roupa feio e espalmou para o meio da área. Quem estava lá, livre, leve e solto como um fantasma? Ele mesmo. Messi só escorou para o fundo da rede: 2 a 0.

E para fechar a noite de gala com chave de ouro, aos 30 minutos, veio o gol com a assinatura do gênio. Ele recebeu na entrada da área, ajeitou para a canhota e mandou no cantinho. Hat-trick do homem! 16 gols em Copas! Alcançou o Klose e jogou uma tonelada de pressão nas costas do Cristiano Ronaldo, que agora vai ter que rebolar para bater o recorde.

"Ver o Messi jogar aos 38 anos desse jeito, correndo até para ajudar a defesa na lateral, é humilhante para qualquer jogador comum. O cara é um monstro sagrado."

Aos 34 minutos, quando o técnico Scaloni tirou o Messi para a entrada do Nico Paz, o estádio inteiro em Kansas City veio abaixo. Foi uma ovação de arrepiar até os cabelos do braço. O homem saiu aplaudido de pé na sua provável última estreia de Copa do Mundo.

Por trás dos microfones: A escalação cirúrgica do Hora da Notícia

Para cobrir uma noite com esse tamanho de história, o Portal Hora da Notícia não mandou estagiário. Escalou os seus quatro melhores analistas de balcão para trazer cada detalhe dessa resenha:

  • Rodrigo Santana: O corneta mor, que passou os primeiros 15 minutos reclamando que o Messi estava "voltando demais para buscar a bola" e depois teve que engolir as palavras com o hat-trick.

  • Luís Rafael Dutra: O fiscal de arbitragem da mesa. Foi o único que abriu o debate se o lance do Messi no Mandi era para expulsão, mas foi devidamente calado pelo resto dos parças.

  • João Pedro Xavier e Salles: O obcecado por números. Já puxou na hora a tabela de artilharia histórica para esfregar na nossa cara que o Messi tinha acabado de passar o Ronaldo Fenômeno.

  • Henrique Martins: O dono do sentimento. Quase chorou quando o camisa 10 foi substituído e garantiu que o texto final tivesse aquela poesia de fim de noite regada a chopp escuro.

Essa equipe transformou a tribuna do Arrowhead em uma verdadeira mesa de boteco, com direito a debate acalorado e muita reverência ao maior de todos.

Como fica o Grupo J e os próximos canecos?

Com o chocolate de 3 a 0, a Argentina assume a liderança isolada do Grupo J com três pontos e um saldo de gols bonito. O próximo compromisso dos "Hermanos" é contra a Áustria, na segunda-feira (22), às 14h, lá em Dallas. Já a Argélia vai ter que lamber as feridas e tentar pontuar contra a Jordânia na terça (23), na Califórnia.

Por hoje é só, rapaziada! O Messi garantiu o show, a Argentina passou o carro e a gente vai ficar aqui comemorando porque ver o futebol ser escrito ao vivo é bom demais. Garçom, traz a saideira que a noite é dos portenhos!

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