O Monstro de Bondy não Tem Pena de Sueco: França Ativa o Modo "Cruel", Amassa a Suécia por 3 a 0 e Mbappé Joga Klose e Messi no Bolso!
Com direito a recorde histórico pulverizado, hat-trick de assistência do garçom Olise e um chocolate digno de alta gastronomia, os "Bleus" passeiam no MetLife Stadium e mandam um recado com sotaque parisiense para o Paraguai.
Bryan Thompson Gouveia, repórter esportivo internacional, direto do MetLife Stadium.
Edição Executiva e Pauta: Milena Gonçalves e Paulo Henrique Gomes, direto da Newsroom Norte-Americana do HDN, em New Jersey.
Edição Final: Carlos André Mamedes da Silva, CEO do HDN, direto da Sede Oficial do HDN, no Rio de Janeiro, Brasil.
Data de Publicação: 30 de junho de 2026 às 21:15.
Coluna HDN Esportes >>> Conexão North American 2026 >>> França 3 x 0 Suécia.
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| Kylian Mbappé volta a fazer história e brilha na vitória da França sob a Suécia, agora eliminada, por 3 a 0, na fase 16 avos de final da Copa do Mundo 2026. |
DIRETO DA TRIBUNA DE IMPRENSA DO METLIFE STADIUM, NOVA JERSEY — Esqueçam a diplomacia, esqueçam a imparcialidade e, por favor, tragam uma flanela para limpar o estrago que a França acabou de fazer no gramado! Se os suecos achavam que repetiriam a catimba paraguaia para derrubar um gigante europeu nesta terça-feira (30), eles esqueceram de combinar com o dono do futebol mundial. Eu, Bryan Thompson Gouveia, assumo os microfones aqui em Nova Jersey — sob a vigilância rigorosa da minha editora executiva Milena Gonçalves, os pitacos cirúrgicos do gênio da pauta Paulo Henrique Gomes e a caneta afiada do nosso Big Boss, o editor-chefe Carlos André —, para relatar o mais puro suco de covardia futebolística desta Copa de 2026.
A França não apenas venceu a Suécia por 3 a 0; ela colocou os nórdicos na roda, ditou o ritmo do "tiki-taka" com sotaque francês e flertou com uma goleada humilhante. E o nome do jogo? Quem mais senão ele, a tartaruga mais veloz do planeta, Kylian Mbappé. O camisa 10 francês resolveu que hoje era dia de reescrever a enciclopédia da FIFA, ultrapassou Miroslav Klose, igualou Lionel Messi e transformou a defesa sueca em um bando de turistas perdidos em Paris. Com o passeio, os comandados de Didier Deschamps carimbam a vaga nas oitavas de final para encarar o surpreendente Paraguai no próximo sábado (4), na Filadélfia.
Primeiro Tempo: Chuveirinho de Ensaio e o Quase Puskás de Olise
Vou confessar uma coisa para vocês: o início da partida deu até uma pontinha de esperança para os suecos. Eles chegaram a assustar o goleiro Maignan no comecinho, mas a verdade é que a França joga em outra rotação. Quando os franceses resolveram acelerar, o MetLife Stadium virou ladeira abaixo. Barcola invadiu a área e mandou para fora, e Mbappé até chegou a balançar as redes, mas a arbitragem achou um impedimento milimétrico para estragar a festa precoce.
Depois que os times pararam para tomar uma água, a França simplesmente confiscou a bola. Era um massacre posicional. O goleirão Zetterström começou a trabalhar hora extra. Pegou um chutaço do Rabiot e viu o camisa 11, Olise, emendar um voleio pornográfico que explodiu na trave — o que seria, sem dúvidas, um dos gols mais bonitos da história das Copas. A Suécia tentou responder com Alexander Isak, mas o coitado finalizou tão mal que a bola deve estar viajando por Nova Jersey até agora. O zero a zero no intervalo foi um insulto ao futebol arte dos franceses.
Segundo Tempo: O Massacre do Camisa 10 e o Garçom de Luxo
Na etapa complementar, a brincadeira acabou. Se na bola aérea estava difícil, a França resolveu desenhar o primeiro gol por baixo, em uma jogada com o selo de pura malandragem. Dembélé cobrou um escanteio curto, achou Olise, e o camisa 7 enfiou para Mbappé dentro da área. O Monstro de Bondy limpou a marcação como se estivesse driblando cones e bateu firme: 1 a 0. E ali a história foi escrita: 17 gols em Copas do Mundo, deixando o alemão Miroslav Klose (16) comendo poeira no ranking histórico.
A Suécia nem teve tempo de assimilar o golpe ou de esboçar qualquer reação digna. Pouco depois, o iluminado Olise achou outro passe de grife, deixando Barcola completamente livre, leve e solto no meio dos zagueiros. O garoto teve tempo de parar, pensar, escolher o canto e estufar as redes: 2 a 0. A partir daí, virou exibição de luxo. Aos 20 minutos, os "Bleus" já trocavam passes na intermediária de ataque com uma tranquilidade que chegava a ser desrespeitosa com o adversário.
E como gol pouco é bobagem para quem quer ser o maior da história, aos 28 minutos a parceria funcionou de novo. Olise — que resolveu bater o recorde de assistências e chegou a 5 no torneio, ultrapassando o nosso Bruno Guimarães e ficando a apenas uma do Rei Pelé de 1970 — serviu Mbappé na esquerda. O homem só ajeitou e bateu com categoria. 3 a 0 e a consagração definitiva: 18 gols em 18 jogos de Copa. O cara simplesmente igualou Lionel Messi com a metade da idade e jogando o dobro de bola. É brincadeira?
Venha o Paraguai (Se Tiver Coragem)
Agora, meus amigos, o recado está dado. Sábado, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, a França vai bater de frente com o Paraguai do goleirão Orlando Gill. Os paraguaios que se cuidem e comecem a rezar para todos os deuses do futebol, porque se eles acharam que parar o ataque da Alemanha foi difícil, enfrentar Mbappé e Olise inspirados vai ser como tentar parar um trem-bala com as mãos.
Eu encerro a minha crônica por aqui, com um leve toque de clubismo europeu, porque ver o Mbappé jogar é um privilégio que até os deuses do futebol agradecem! Fiquem ligados no Portal Hora da Notícia que a Copa de 2026 está sensacional!
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