O Massacre de Toronto: Senegal Atropela o Iraque por 5 a 0 e Liga o Secador pelo Mata-Mata
Em noite iluminada de Pape Gueye, expulsão relâmpago via VAR e blitz no segundo tempo, os Leões de Teranga constroem saldo de gols gigante e entram na dança das cadeiras dos melhores terceiros.
Milena Gonçalves e Juliana Russo, editoras do HDN Esportes, direto do BMO Field, em Toronto, Canadá
Data de Publicação: 28 de junho de 2026 às 01:30.
Coluna HDN Esportes >>> Conexão North American 2026 >>> Senegal 5 x 0 Iraque.
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| Pape Gueye brilha e faz dois gols na vitória da Seleção Senegalesa por 5 a 0 contra o Iraque. |
DIRETO DO BMO FIELD, TORONTO (CAN) — Fala, galera ligada no portal! Se alguém achava que o clima frio de Toronto ia esfriar o sangue dos africanos, Senegal resolveu provar o contrário e transformou o gramado do BMO Field em uma autêntica savana. Eu, Milena Gonçalves, assumo o comando da nossa cabine de transmissão ao lado da minha parceira de análises certeiras, Juliana Russo, para destrinchar uma daquelas goleadas que mudam completamente os rumos de um grupo na Copa do Mundo.
Senegal não teve pena e amassou o Iraque por 5 a 0 nesta sexta-feira. O resultado categórico eliminou os iraquianos do Mundial e jogou os Leões de Teranga direto para a zona de classificação dos oito melhores terceiros colocados. Mas calma lá, torcedor, não vá comemorar antes da hora: com a calculadora na mão e o radinho ligado, os senegaleses agora dependem do fechamento da rodada para saber se o passaporte para os 16-avos de final está oficialmente carimbado.
Primeiro Tempo: Gol Relâmpago e o VAR Estraga-Prazeres do Iraque
O jogo começou em um ritmo tão alucinante que o relógio do BMO Field mal tinha girado e Senegal já mandava na partida. Logo na saída de bola, Gana Gueye assustou o goleiro Hassan. E a blitz deu resultado aos 3 minutos: após cobrança na área, Seck testou firme, para baixo; a bola pingou com força na pequena área e morreu no fundo da rede. 1 a 0 com sotaque africano.
Se a situação do Iraque já era complicada, virou um pesadelo aos 13 minutos. O zagueiro Sulaka cometeu um erro crasso na saída de bola, foi desarmado por Sadio Mané e, no desespero, puxou a camisa do craque. O árbitro puxou o cartão amarelo, mas a cabine do VAR chamou para revisar o "crime". Após analisar a imagem, o juiz mudou a cor do cartão: expulsão direta e o Iraque com dez em campo.
Juliana Russo: "O problema, Milena, é que depois do cartão vermelho o jogo entrou em um marasmo irritante. O Iraque, com um a menos e já derrotado, ativou o modo 'tartaruga' e não tinha pressa nenhuma para cobrar faltas ou laterais. Senegal, em vez de acelerar para construir o saldo de gols que tanto precisa, aceitou a cadência sonolenta e ficou tocando bola de lado. A única grande chance antes do intervalo foi uma jogadaça do Mané que passou por três, mas ninguém apareceu para empurrar."
Segundo Tempo: O Fator Pape Gueye e o Atropelo em Toronto
Na volta do vestiário, o técnico Pape Thiaw deu aquele chacoalhão nos Leões de Teranga, e o time voltou com outra postura. Aos 10 minutos, após uma rara escapada iraquiana, Camara achou Sarr dentro da área. O camisa 18 antecipou-se à marcação europeia — quer dizer, asiática — e testou para ampliar: 2 a 0.
Aí começou o show das substituições. Diarra deu lugar a Pape Gueye, e o homem entrou em campo com fome de bola. No primeiro toque digno de nota, ele recebeu na entrada da área, dominou e bateu de esquerda, estufando a rede: 3 a 0.
O Iraque já não conseguia passar do meio-campo e se defendia como podia na base do bumba-meu-boi. Aos 28, Sarr serviu Pape Gueye novamente, que bateu firme para fazer o quarto dele — e o quarto de Senegal — em Toronto. Um golaço para transformar a vitória em passeio!
Querendo garantir que a calculadora da FIFA ficasse verde para o lado deles, os africanos mantiveram o pé no acelerador focado no saldo de gols. Aos 36 minutos, Ndiaye pegou uma sobra de bola de muito longe e soltou um míssil teleguiado. A bola viajou sem chances para o goleiro Hassan. Um tirambaço para fechar a conta em 5 a 0!
A Calculadora dos Terceiros Colocados
Com o apito final em Toronto, o Iraque se despede da Copa de 2026 de forma melancólica e sem pontuar. Senegal, por sua vez, fez o máximo que podia: aplicou uma goleada histórica, somou 3 pontos preciosos e engordou o saldo de gols de forma generosa.
Até o fechamento da nossa transmissão aqui no BMO Field, a seleção africana figurava entre os classificados no G-8 dos melhores terceiros, mas o secador vai ter que funcionar em modo turbo até a noite de sábado, já que muitas equipes abaixo na tabela ainda jogam e podem alterar a nota de corte do torneio.
Daqui de Toronto, com a sensação de dever cumprido pelos Leões e as pranchetas táticas prontas para o mata-mata, nós fechamos a nossa cabine!
Milena Gonçalves e Juliana Russo, direto do BMO Field, acompanhando o renascimento de Senegal na Copa do Mundo!
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