O Massacre de Vancouver: Bélgica Ativa o Modo "Rolo Compressor", Amassa os All Whites por 5 a 1 e Carimba o Topo do Grupo G.
Com grande atuação de Leandro Trossard, pintura de Kevin De Bruyne de fora da área e gol de Romelu Lukaku saindo do banco, os Diabos Vermelhos transformam o BC Place em um legítimo salão de festas e despacham a Nova Zelândia sem dó na madrugada deste sábado.
Juliana Russo e Milena Gonçalves repórteres esportivas e analistas HDN, direto da Base Canadense HDN, na Bacia de Vancouver, Canadá.
Edição Final: Carlos André, editor-chefe, direto da Sede Oficial do HDN, no Rio de Janeiro, Brasil
Data de Publicação: 29 de junho de 2026 às 17:00
Coluna HDN Esportes >>> Conexão North American 2026 >>> Bélgica 5 x 1 Nova Zelândia.
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| Bélgica confirma favoritismo e amassa a Nova Zelândia por 5 a 1; Leandro Trossad comemora gol belga contra a Nova Zelândia. |
DIRETO DA BASE CANADENSE HDN, BACIA DE VANCOUVER — Se alguém na fria e chuvosa Vancouver esperava um confronto equilibrado ou um milagre da Oceania na madrugada deste sábado (27), a seleção da Bélgica fez questão de rasgar o roteiro logo nos primeiros minutos. Apresentando um repertório ofensivo avassalador e uma disparidade técnica que por vezes lembrou um treino de luxo, os Diabos Vermelhos atropelaram a Nova Zelândia pelo placar de 5 a 1 no gramado do BC Place, no Canadá. Sob o comando analítico de Juliana Russo e Milena Gonçalves, diretamente da base de transmissão canadense, e com a edição final do editor-chefe Carlos André direto da redação central no Brasil, o Portal Hora da Notícia destrincha como a equipe europeia garantiu a liderança do Grupo G com autoridade máxima.
O triunfo elástico levou o time comandado pelo técnico Rudi Garcia aos 5 pontos conquistados, fruto de uma campanha invicta de uma vitória e dois empates. O resultado foi suficiente para superar o Egito no critério de saldo de gols e garantir a primeira colocação da chave, empurrando os africanos para a vice-liderança. Por outro lado, para a Nova Zelândia, o revés acachapante apenas carimbou uma melancólica eliminação na lanterna do grupo, com apenas um ponto somado. Em sua terceira participação na história das Copas do Mundo, o representante da Oceania estendeu sua incômoda sina e segue sem saber o que é vencer no torneio da FIFA, acumulando agora uma marca histórica de quatro empates e cinco derrotas.
Desde o apito inicial do árbitro Adham Mohammad, a proposta do confronto ficou desenhada de forma explícita. A Bélgica assumiu o monopólio da posse de bola e empurrou as linhas adversárias para o campo de defesa, enquanto os neozelandeses tentavam se estruturar em uma frágil linha de cinco defensores na frente da área que pouco conseguia conter a movimentação dos meias europeus. Logo aos três minutos, o volante Youri Tielemans deu o primeiro aviso ao arriscar um chute de longa distância que passou raspando o travessão. Aos 11, a blitz funcionou com precisão cirúrgica: o craque Kevin De Bruyne descolou um passe açucarado para o ponta Leandro Trossard, que invadiu a área em velocidade, finalizou cruzado e carimbou a trave do goleiro Max Crocombe, assustando os All Whites.
A pressão continuou sufocante e o próprio De Bruyne tentou abrir o marcador em uma finalização na entrada da área, obrigando Crocombe a operar uma defesa importante. Aos 19 minutos, o jogo ganhou contornos dramáticos quando o árbitro assinalou um pênalti a favor dos belgas após uma finalização de Trossard carimbar o braço do zagueiro Finn Surman. No entanto, após uma longa e protocolar checagem na cabine do VAR, a penalidade foi anulada pelo juiz de campo. O balde de água fria não abalou o ímpeto dos Diabos Vermelhos, que finalmente abriram a porteira aos 28 minutos. Após uma cobrança de escanteio fechada na área, a zaga da Nova Zelândia bateu cabeça de forma folclórica e a bola sobrou limpa, na pequena área, para Trossard apenas empurrar para o fundo das redes, decretando o 1 a 0. Antes do intervalo, Jérémy Doku ainda deixou seu marcador no chão em jogada individual pela esquerda e bateu para fora, enquanto Charles De Ketelaere parou em boa intervenção do arqueiro rival.
Na volta do vestiário, a Bélgica manteve a rotação elevada e desmoronou qualquer estratégia de reação da Nova Zelândia logo aos cinco minutos da etapa complementar. Trossard arriscou uma jogada individual dentro da grande área e encheu o pé; a bola explodiu na marcação, mas sobrou viva para o próprio atacante do Arsenal, que demonstrou oportunismo e bateu forte para ampliar a contagem para 2 a 0. Completamente dominada taticamente, a seleção da Oceania teve seu primeiro momento de lucidez na partida aos nove minutos, quando o ponta Elijah Just escapou em contra-ataque e finalizou cruzado, exigindo que o goleiro Thibaut Courtois fizesse uma excelente defesa para manter o clean sheet momentâneo.
Mesmo com a vantagem confortável no placar e administrando o desgaste físico, a Bélgica seguiu punindo os espaços deixados na intermediária adversária. Aos 21 minutos, a genialidade que justifica o favoritismo belga deu as caras em Vancouver. Kevin De Bruyne recebeu com total liberdade na entrada da grande área, ajeitou o corpo com a elegância que lhe é característica e desferiu um chutaço teleguiado no ângulo, sem chances de defesa para Crocombe, transformando a vitória em um passeio por 3 a 0. Com o confronto liquidado, o jogo caiu de ritmo e o técnico Rudi Garcia aproveitou para rodar o elenco, promovendo a entrada de Romelu Lukaku no comando do ataque.
A reta final da partida ganhou em movimentação por conta de erros individuais na saída de bola de ambas as equipes. Aos 39 minutos, o ponta Elijah Just aproveitou uma bola mal afastada por Courtois na grande área e finalizou com muita categoria para diminuir o prejuízo e anotar o gol de honra dos All Whites no BC Place. Contudo, celebrar diante da Bélgica nesta Copa tem se mostrado um erro crasso. Apenas um minuto depois de sofrer o gol, os europeus responderam com violência futebolística: em mais um cruzamento milimétrico na área, o gigante Romelu Lukaku subiu mais alto que toda a zaga da Nova Zelândia e testou firme, para baixo, restabelecendo a goleada. Nos acréscimos, aos 47, o ponta Alexis Saelemaekers recebeu completamente livre na velocidade e tocou com sutileza na saída do goleiro para fechar o caixão em 5 a 1 e dar números finais ao massacre.
Com o encerramento do Grupo G, a Bélgica enfrentará Senegal nas 16 avos de final, no dia 1º de julho. A exibição de gala em Vancouver serve como um recado direto aos concorrentes: a máquina de gols belga está devidamente azeitada e pronta para o início do mata-mata de vida ou morte em solo norte-americano.
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