Histórico e Sem K-Pop: África do Sul Desbanca a Coreia do Sul, Avança Inédito e Vai Pegar o Canadá nos 16-avos

Enquanto os astros asiáticos ensaiavam passinhos coreografados com a bola, os Bafana Bafana ignoram o favoritismo, vencem por 1 a 0 e carimbam o passaporte para o mata-mata pela primeira vez na história.

Paulo Henrique Gomes e Henry Freitas, repórteres e chefes de equipe, direto do estúdio panorâmico, em frente ao MetLife Stadium, em New Jersey.
Data de Publicação: 27 de junho de 2026 às 14:15.
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África do Sul vence a Coreia do Sul e faz história na Copa do Mundo 2026

DIRETO DO ESTÚDIO PANORÂMICO DO PORTAL HORA DA NOTÍCIA, NEW JERSEY — Fala, galera ligada na maior cobertura do Mundial de 2026! Sejam muito bem-vindos ao nosso estúdio panorâmico aqui em New Jersey, com aquela vista privilegiada para as telas que monitoram tudo o que acontece nas arenas norte-americanas. Eu, Paulo Henrique Gomes, o famoso PH, assumo os microfones nesta tarde ao lado do meu parceiro de bancada e corneta profissional, Henry Freitas, o HF.

E vamos viajar direto para o México, meus amigos! Conectamos nossos monitores direto com o espetacular Estádio BBVA, em Monterrey, cenário onde a Coreia do Sul achava que ia passear no grupo usando apenas o carisma de seus astros e a badalação do K-Pop. Só que os Bafana Bafana provaram que o futebol raiz africano fala mais alto, mesmo sob o calor mexicano. Com uma atuação cirúrgica, a África do Sul venceu por 1 a 0, chegou aos 4 pontos no Grupo A e garantiu uma classificação histórica e inédita para a fase de 16-avos de final na segunda colocação. Para a Coreia, restou ligar o secador para tentar beliscar uma vaga na bacia das almas como um dos melhores terceiros colocados.

Primeiro Tempo: Muita Posse de Bola, Pouco Futebol e o Show de Gols Perdidos de Maseko

O jogo começou naquele roteiro clássico que a gente adora cornetar aqui no estúdio: a Coreia do Sul com a bola, trocando passes de um lado para o outro em Monterrey, fingindo que tinha o controle da partida, enquanto a África do Sul só espiava os espaços para dar o bote. E que contragolpes os africanos armaram no gramado do Estádio BBVA!

Henry Freitas: "Olha, PH, vou te falar... o camisa 12 sul-africano, Maseko, resolveu testar a nossa saúde cardíaca logo na primeira etapa. Aos 18 minutos, o rapaz fez uma jogada linda, infiltrou na área e, na hora de consagrar o gol, foi travado pela zaga. Mas o crime de verdade aconteceu aos 38. Ele apareceu completamente sozinho, livre de qualquer rastro de marcação pela direita, olhou para o goleiro, olhou para a trave e mandou a bola direto nas montanhas que cercam o estádio de Monterrey. Uma isolada digna de futebol de várzea!"

Do lado coreano, Hwang Hee-Chan e Lee Tae-Seok até tentavam flertar com o ataque, mas parecia que faltava o bendito capricho na hora de finalizar. O goleiro sul-africano nem precisou trabalhar na etapa inicial. Um zero a zero morno que dava sono.

Segundo Tempo: A Redenção do Artilheiro e o Choro de Son Heung-Min

Na volta do intervalo, a Coreia do Sul tentou apelar para o seu maior talismã. O técnico olhou para o banco e chamou Son Heung-Min para tentar dar um rumo àquele ataque sonolento. O astro do Tottenham entrou, correu, tentou chamar a responsabilidade, mas a verdade é que foi completamente engolido pela forte marcação sul-africana em Monterrey. Noite para esquecer do craque.

E quem não faz, meus amigos, assiste ao adversário fazer. Logo no início da etapa final, Maseko perdeu mais uma chance clara após driblar o zagueiro e chutar por cima. Mas a justiça divina do futebol resolveu aparecer aos 17 minutos.

Mofokeng, que infernizou a defesa coreana a noite toda, fez uma jogadaça individual pelo lado esquerdo do ataque e rolou com açúcar para Maseko. Dessa vez, o camisa 12 resolveu jogar sério: dominou, limpou o corpo com estilo e soltou uma pancada de perna esquerda, sem chances de defesa. Placar inaugurado e festa completa no Estádio BBVA: 1 a 0!

Depois disso, a Coreia do Sul até tentou exercer aquela pressão desorganizada baseada no desespero. Teve mais posse de bola, rondou a área adversária, mas o ataque continuou completamente inoperante e incapaz de assustar a sólida barreira defensiva montada pelos Bafana Bafana.

A Prancheta e a Matemática do Grupo A

Com o apito final em Monterrey, a tabela do Grupo A ganhou contornos definitivos e desenhou um confronto que promete parar as lanchonetes de poutine:

2º África do Sul (4 pontos): Avança de forma heroica e histórica em segundo lugar. O adversário no mata-mata dos 16-avos de final será ninguém menos que o Canadá (2º colocado do Grupo B). Promessa de um jogo físico e com cara de zebra para os dois lados.

3º Coreia do Sul (3 pontos): Vai depender da matemática e do radinho ligado para tentar avançar entre os melhores terceiros colocados. Se der a lógica dos resultados, os asiáticos podem herdar o Egito pela frente.

Daqui do nosso estúdio em New Jersey, enquanto o Henry já começa a preparar as análises táticas para os próximos desafios e a torcida sul-africana faz a festa pelas ruas de Monterrey, nós fechamos a nossa transmissão.

Paulo Henrique Gomes e Henry Freitas, direto do estúdio panorâmico do Portal Hora da Notícia, vivendo as loucuras da Copa de 2026!

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