HDN na Itália: 🥇 Brignone reina em casa e conquista ouro inédito no Super-G em Milão-Cortina 2026.

Italiana supera quedas, fantasmas e favoritas para subir ao topo do pódio olímpico pela primeira vez.

Paulo Henrique Gomes, correspondente internacional, direto de Milão, na Itália | Portal Hora da Notícia | 12/02/2026 às 21:20.
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Brignone brilha em casa e conquista medalha de ouro inédita no Super G em Milano-Cortina 2026

Que roteiro. Que pista. Que resposta. 🇮🇹🔥

A italiana Federica Brignone conquistou nesta quinta-feira (12) a medalha de ouro no Super-G feminino do esqui alpino dos Jogos Olímpicos de Inverno Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, em Cortina d’Ampezzo.

E não foi um ouro qualquer. Foi aquele ouro com gosto de “eu avisei”. 🥇✨
Brignone venceu com o tempo de 1:23.41, sendo a mais rápida na pista Olympia delle Tofane, em uma prova marcada por condições traiçoeiras e uma quantidade considerável de DNFs (as temidas “não completaram”).

❄️ Uma prova que virou teste de sobrevivência

O Super-G já é, por definição, uma mistura deliciosa de velocidade e técnica. Mas nesta quinta, virou quase um reality show de resistência.
Grandes nomes ficaram pelo caminho:

  • Sofia Goggia, empurrada pelo risco e pela linha agressiva que costuma adotar

  • Ester Ledecká, sempre imprevisível

  • Emma Aicher, que também não completou a descida

Entre curvas técnicas e trechos de altíssima velocidade, o traçado em Cortina puniu qualquer erro milimétrico. E, como sempre no Super-G, não há segunda chance. Piscou, perdeu.

🥈 E as outras medalhas?

A prata ficou com a francesa Romane Miradoli, 0.42s atrás da campeã — uma descida sólida e limpa, mas insuficiente diante da precisão cirúrgica da italiana.
O bronze foi para a austríaca Cornelia Hütter, 0.52s mais lenta que Brignone.
Diferenças pequenas no cronômetro. Enormes na história.

🏔️ O ouro da persistência

O título tem peso extra.

Brignone passou quase um ano afastada após uma queda grave durante o Campeonato Italiano de 2025. Voltou aos poucos, reconstruiu confiança, ajustou técnica e, no maior palco possível — em casa — entregou a descida perfeita.

Até então, sua coleção olímpica incluía uma prata e dois bronzes. Faltava o ouro. Agora não falta mais nada.

E convenhamos: ganhar em Cortina não é apenas vencer. É vencer com trilha sonora italiana ao fundo e torcida que faz a montanha tremer. 🎶🏔️

📌 Linha editorial HDN 2026

Reportagem apurada e confirmada por Paulo Henrique Gomes para o HDN 2026.

Nossa cobertura segue três pilares:

  • Contexto técnico (explicar o que é o Super-G e por que é tão imprevisível)

  • Humanização das histórias (a recuperação de Brignone não é detalhe, é narrativa central)

  • Leitura crítica da prova (condições da pista, índice de abandono e impacto estratégico)

Porque aqui não basta dizer quem ganhou. A gente explica por que ganhou — e por que isso importa no cenário olímpico.

🎯 O que essa vitória representa?

  • Primeira medalha de ouro olímpica de Brignone

  • Consolidação definitiva como uma das maiores esquiadoras italianas da história

  • Reforço do domínio europeu técnico nas provas de velocidade

E talvez o mais simbólico: provar que a persistência, às vezes, desce a montanha mais rápido que qualquer rival.

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