Sniper Francês: Quentin Maillet Transforma Neve em Ouro (De Novo!)

O biatleta não errou nem o alvo, nem o caminho do pódio; enquanto isso, a Noruega faz "dobradinha de consolação" após levar um baile do "Monsieur Precision".

Paulo Henrique Gomes, direto da Base Italiana, em Milão, na Itália | Portal Hora da Notícia | 13/02/2026 às 18:30.
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Quentin Maillet reafirmou o seu favoritismo e conquista o ouro olímpico no Biatlo.

Se existisse uma multa por excesso de perfeição, Quentin Maillet estaria falido. Nesta sexta-feira (13) — que, pelo visto, só é azarada para quem tenta ganhar do cara — o francês deu um show de biatlo no Sprint masculino. Ele não apenas esquiou como se estivesse fugindo de um boleto vencido, mas também mostrou que tem nervos de aço e olho de lince.

Maillet fechou a prova com o tempo de 22:53.1. O detalhe que humilha os mortais? Zero penalidades. Ele derrubou todos os alvos com a calma de quem escolhe croissant na padaria.

A Coleção de Ouro está Ficando Pesada

Com essa vitória, Quentin chega ao seu quarto ouro olímpico na carreira. É o segundo só aqui em Milão Cortina. A esse passo, ele vai precisar de uma mala extra só para despachar as medalhas no voo de volta para a França. O homem é uma máquina de precisão suíça montada em solo francês.

Noruega: O Pódio da "Fofoca" e do "Quase"

A Noruega, que geralmente domina tudo o que envolve neve, teve que se contentar com as migalhas (de prata e bronze) deixadas pelo francês:

Vetle Christiansen (Prata): Chegou 13.7s depois. Esquiou muito, mas contra um Maillet impecável no tiro, precisaria de um motor de popa nas costas para alcançar.

Sturla Laegreid (Bronze): Ficou a 15.9s do topo. Laegreid, para quem não lembra, é aquele biatleta que virou manchete por confessar uma traição em rede nacional. Pois é, ele tentou focar no alvo hoje para ver se o público esquece a vida pessoal, mas o máximo que conseguiu foi o terceiro lugar. Pelo menos no pódio não tem como esconder o rosto!

O Resumo da Ópera (ou da Cantata)

O biatlo é aquele esporte maravilhoso onde você precisa estar com o coração a 200 batimentos por minuto e, do nada, parar e ter a precisão de um cirurgião. Maillet faz isso parecer fácil. Ele domina o caos. Enquanto os outros tentavam controlar a tremedeira, o francês parecia estar em um retiro espiritual.

"Ver o Quentin atirar é quase poético. O problema é que a poesia dele acaba com o sonho de todo o resto do grid", comentou um jornalista norueguês aqui do meu lado, visivelmente inconformado enquanto guardava sua bandeirinha.

Nota do Jornalista: A base italiana está em polvorosa. Os franceses estão comemorando com vinho, os noruegueses com fofocas e silêncio, e eu estou aqui tentando entender como alguém acerta cinco alvos minúsculos depois de correr quilômetros no gelo.

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