Trenó do bobsled do Brasil chega às Olimpíadas de Inverno com pintura especial, muito estilo e orgulho nacional.

HDN na Itália segue com a cobertura especial dos Jogos Olímpicos de Inverno Milão/ Cortina 2026, direto da Itália.

Carlos André | CEO e editor-chefe | Portal Hora da Notícia RJ | Itaguaí, Rio de Janeiro | 03/02/2026 às 02:25
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Trenó de Bobsled terá pintura especial em Milan/ Cortina 2026.

Se o Brasil ainda não levou medalha nas Olimpíadas de Inverno, uma coisa é certa: estilo, personalidade e presença já estão garantidos. A Confederação Brasileira de Desportos no Gelo (CBDG) revelou o novo trenó da equipe de bobsled para Milão-Cortina, e o brinquedo é simplesmente um espetáculo sobre o gelo. ✨❄️

Inspirado no capacete dos atletas, o trenó chega com pintura personalizada, bandeira do Brasil em destaque e seis estrelas cravadas na parte traseira, representando cada participação olímpica do país na modalidade. É o tipo de detalhe que faz o gelo tremer — e não é só pelo impacto da descida.

🎨 Design que escorre patriotismo

O visual foi assinado pelo designer Marcello Alves, que caprichou nos mínimos detalhes. O resultado é um trenó que mistura agressividade, elegância e identidade brasileira. Verde, amarelo e azul não estão ali só para enfeitar: estão para avisar ao mundo que o Brasil chegou.

Quem resumiu tudo com perfeição foi Edson Bindilatti, lenda viva do bobsled nacional e dono de um currículo que mete respeito.

“O trenó foi feito com muito carinho, inspirado no nosso capacete. Ele remete à bandeira do Brasil porque somos patriotas e estamos representando o nosso país. As seis estrelas simbolizam nossa história. Está lindo, lindo, lindo.”

E quando um atleta que vai para a sexta Olimpíada da carreira diz isso, não tem como discordar.

🛷 Experiência, talento e fome de história

Aos 46 anos, Bindilatti é praticamente o “motor turbo” da equipe brasileira. Ele já esteve em Salt Lake City 2002, Turim 2006, Sochi 2014, PyeongChang 2018 e Pequim 2022. Em Milão-Cortina, terá ao lado Davidson de Souza (Boka), Luís Bacca, Rafael Souza e Gustavo Ferreira — um time que mistura rodagem, força e muita vontade de fazer barulho no gelo europeu.

E o Brasil não para por aí. No skeleton, Nicole Silveira também marca presença, enquanto outros atletas das provas de neve completam a maior delegação brasileira da história dos Jogos de Inverno: são 14 atletas, um número que mostra crescimento, investimento e ambição. 💪🇧🇷

A melhor campanha até hoje segue sendo a de Isabel Clark, nona colocada no snowboard cross em Turim 2006 — mas o sentimento agora é de que essa escrita pode, enfim, mudar.

⛷️ Olho nele: Lucas Pinheiro

Se alguém carrega o rótulo de “esperança real de medalha”, esse alguém é Lucas Pinheiro, do esqui alpino. O brasileiro vem empilhando resultados e recentemente faturou prata no slalom gigante em Schladming, etapa da Copa do Mundo 2025/2026. Hoje, ele é vice-líder do ranking mundial no slalom e no slalom gigante. Nada mal, né?

❄️ Contagem regressiva ligada

Entre 6 e 22 de fevereiro, o Brasil vai ao gelo com confiança, carisma e agora também com um trenó que é praticamente uma obra de arte em alta velocidade. Medalha ou não, uma coisa já está garantida:
o Brasil vai descer a pista com moral, identidade e seis estrelas brilhando nas costas. ⭐⭐⭐⭐⭐⭐

Se é para escrever história, que seja com estilo.

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