O IMPOSSÍVEL ACONTECEU!!!!!!! O Brasil é dono do gelo e o resto é história.
Lucas Pinheiro humilha o favoritismo europeu, coloca Marco Odermatt no "chinelo" e conquista o primeiro ouro da história brasileira em Jogos de Inverno.
Paulo Henrique Gomes, correspondente internacional, direto de Milão, na Itália | Portal Hora da Notícia | 14/02/2026 às 19:30.
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| Lucas Pinheiro Braathen voa baixo, faz história e conquista medalha de ouro histórica para o Brasil no Slalom Gigante, |
DIRETO DAS INSTALAÇÕES DO HDN EM MILÃO – Se você piscou, perdeu o momento em que a geografia mundial foi reescrita. O jornalista Paulo Henrique Gomes, que acompanha cada batida do coração da delegação brasileira aqui na Itália, confirma: não é delírio coletivo. O topo do pódio do Slalom Gigante é verde e amarelo.
Enquanto os especialistas europeus tomavam seu chocolate quente e discutiam a aerodinâmica de Marco Odermatt, Lucas Pinheiro estava ocupado transformando a pista de Milão Cortina em um "tapete" de Copacabana — só que com temperaturas negativas e muito mais adrenalina.
A Tática da "Geringonça": Como Lucas venceu o caos
A prova foi um teste de nervos que faria qualquer suíço pedir arrego. Na parte alta da pista, uma nevasca densa reduzia a visibilidade a quase zero. Na parte baixa, a chuva transformava o gelo em uma "sopa" traiçoeira.
"Os suíços estavam preocupados com o enceramento dos esquis e a textura da neve powder. O Lucas? O Lucas estava acostumado com o asfalto irregular e o improviso brasileiro. Ele atacou as portas como se estivesse fugindo de um arrastão," relata Paulo Henrique Gomes, com o fervor de quem viu a história ser escrita.
A diferença de 0.95s na primeira descida foi um insulto à lógica. Ver Odermatt — o homem que tem mais troféus que amigos — cruzar a linha de chegada e olhar para o telão apenas para ver o nome de um brasileiro no topo, foi a maior dose de ironia fina que o esporte de inverno já proporcionou.
O Cronômetro da Humilhação (e da Glória)
Lucas não apenas desceu; ele flutuou. Enquanto os adversários lutavam contra a derrapagem na base da pista, onde a chuva deixava o trajeto pesado, o brasileiro manteve uma linha agressiva, quase suicida.
- Tempo Final Acumulado: 2:25.00
- A "Vítima" Preferencial: Marco Odermatt, o favorito, ficou a eternos 0.58s de distância.
- O Coadjuvante: Loic Meillard, outro suíço, completa o pódio com o bronze, provavelmente se perguntando se o passaporte do Lucas não era falso.
A Ironia do Destino: De "Turista" a Terror das Montanhas
Vamos ser sinceros: o mundo do esqui sempre olhou para o Brasil com aquela condescendência de quem olha para um pet tentando fazer um truque. "Ah, que bonitinho o brasileiro no gelo!". Pois bem, o "bonitinho" hoje deu uma aula de física aplicada.
A medalha de ouro de Lucas Pinheiro é o maior tapa de luva (térmica) na história do COI. O Brasil, um país que mal sabe o que é um floco de neve sem ser no congelador da geladeira, agora detém o título mais cobiçado das montanhas.
O Que Dizem os Especialistas (e os Invejosos)
Nos bastidores, o clima entre os europeus é de velório. Já no QG do Portal Hora da Notícia, a festa não tem hora para acabar. Paulo Henrique Gomes destaca que a técnica de Lucas na transição entre a neve e o gelo molhado foi "cirúrgica, quase um deboche com as leis da gravidade".
O Próximo Alvo: Segunda-feira (16)
A arrogância europeia terá outra chance de ser ferida na segunda-feira, quando Lucas Pinheiro disputa o Slalom. Se ele ganhar outra, é capaz da Suíça pedir auditoria no DNA do brasileiro para saber se ele não é um ciborgue construído em laboratório.
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